terça-feira, 4 de outubro de 2016

Capítulo Sete

O bar Ironia estava muito cheio. Quase todas as mesas estavam ocupadas, e o bar estava lotado. A música era uma mistura de tudo, desde o pop atual a grandes sucessos do rock, deixando a maioria dos clientes satisfeitos. O interior era bastante moderno e elegante - mesas de vidro preto, cadeiras e banquetas vermelhas e brancas, e uma grande quantidade de espelhos e luzes. Isso servia a geração mais jovem.

Vanessa caminhou até o bar, e quando se aproximou viu um único banco branco no canto esquerdo que estava desocupado. Indo até lá, ela olhou em volta à procura de Zac atrás do balcão. Ela o viu e ficou ali, para que pudesse desfrutar de observá-lo, sem ele saber. Era óbvio que ele sabia o que estava fazendo - ele se movia com rapidez e eficiência, preparando e servindo bebidas, enquanto conversava e brincava com os clientes.
Ela poderia ficar lá e observá-lo a noite toda.

Infelizmente, ele a flagrou enquanto ela estava olhando para ele. Envergonhada, ela sorriu e acenou, indo para o banco vazio.


— Hey. — ele disse quando se aproximou dela. Debruçando-se sobre o balcão, ele lhe deu um beijo em cada bochecha. — Um pouco mais e eu não teria sido capaz de segurar um banquinho para você. Está uma loucura aqui hoje. — Alguém chamou o seu nome e ele gritou “espera” em italiano, inclinou-se sobre os cotovelos em direção a ela.

— O que eu posso te pegar, tesoro? — Essa palavra rolou para fora de sua boca perfeita, como se fosse feito para ele. Vanessa não podia imaginar alguém dizendo isso da mesma maneira.

— Um virgem bellini[1], por favor. — Ele balançou a cabeça e voltou com a bebida momentos mais tarde. — Você está sozinho esta noite? — Parecia estranho que fosse uma noite movimentada e Zac fosse o único atrás do bar.
Sim, a garota que supostamente deveria estar aqui, pediu demissão ontem à noite. Os outros dois caras que trabalham aqui já tinham planos para hoje à noite, por isso não conseguiram mudar o turno. Estive aqui a maior parte da tarde tentando encontrar alguém para substituí-la, mas não tive sorte.

Alguém o chamou de novo e, desculpando-se, saiu para preparar mais algumas bebidas. Vanessa percebeu que, a menos que Beppe ou Gia aparecesse logo, ela estaria presa lá a noite toda bebendo seus virgens bellinis sozinha, observando Zac trabalhar.  Não que fosse uma visão particularmente ruim, mas ela tinha a esperança de passar algum tempo com ele, e não apenas admirá-lo de longe.

— Por que você que teve de encontrar alguém para substituir aquela garota? Não há um gerente ou alguém que faça isso? — Vanessa perguntou, quando ele voltou a encher seu copo.

— Sim, existe, mas ele está de férias até amanhã. Os proprietários vivem na Toscana, e como me conhecem desde que eu era uma criança, eu sou a única pessoa de confiança para levar este lugar quando Stephan não está aqui. — Ele mal tinha terminado a frase, antes que tivesse que retornar e servir outra cliente novamente.

— Eu tenho uma ideia. — ela disse, quando Zac retornou para junto dela novamente.

*
Seus olhos brilharam com malícia e no momento em que ela disse essas quatro palavras, Zac sabia que ia ter problemas hoje à noite.

— Por que você não me deixe ajudá-lo hoje à noite?

— O quê? Não.

— Por que não? Você está obviamente sobrecarregado, e eu estou completamente entediada apenas sentada aqui. Você pode fazer os coquetéis, já que eu não sei como fazê-los, e eu possa fazer as coisas mais fáceis. Servir as cervejas, vinhos e outras coisas

— Você não trabalha aqui, Vanessa.

— E quem é que sabe disso? Ninguém está aqui, só você. Se uma das garçonetes perguntar, apenas lhe diga que está fazendo testes comigo para o trabalho.

Alguém o chamou de novo e, tanto quanto Zac queria virar e gritar com eles, não podia. Se era a noite sobrecarregada ou seus olhos cinza arregalados o olhando com entusiasmo, Zac se encontrou pensando sobre sua proposta. Ela estava certa - ninguém estava aqui. Ele precisava de ajuda. Ele poderia de fato dizer que era um teste para o trabalho.

— Ok. — Ele falou as palavras antes que tivesse a chance de mudar de ideia. O sorriso que ela o recompensou valeu a pena cada dificuldade que ele passou essa noite.

— Vá até a sala dos funcionários. Há um armário cheio de aventais pretos, coloque um e venha atrás do bar por ali. — Ele apontou para a pequena abertura na extremidade do bar.

Vanessa pulou de seu banquinho e, literalmente, correu para a sala dos funcionários. Ele ficou olhando para ela correndo em direção ao escritório.
Se ele tivesse visto a parte das costas, há dois segundos atrás, ele nunca teria concordado com isso. Ela estava praticamente nua! Seu rabo de cavalo batia no meio de suas costas nuas enquanto ela andava, e ele imaginou deslizando as mãos sobre a pele lisa e traçando a tatuagem abaixo do seu ombro com as pontas dos dedos, antes de beijar o seu caminho até o pescoço.

Zac só podia imaginar como os homens que estavam no bar reagiria a ela. Alguns segundos atrás, ela estava enfiada em um canto, não causando nenhum problema e, definitivamente, não ficando de costas para uma fileira cheia de tesão de vinte anos de idade.

Essa ia ser uma longa noite.

Poucos minutos depois, Vanessa caminhou em direção a ele usando um pequeno avental preto e um enorme sorriso. Ele rapidamente mostrou-lhe onde guardavam todas as coisas que ela precisava, como garrafas de cerveja, vinho, garrafas de álcool, amendoins e batatas fritas.

— Escutem, caras — ele falou sobre a música alta e atraiu a atenção de todos. — Esta é Vanessa, ela estará me ajudando esta noite. Peguem leve com ela.

A atmosfera em torno do bar mudou imediatamente.

Os homens começaram a brincar e assobiar, o seu interesse crescendo. Eles não tinham tido uma nova garota no bar Ironia em anos, e Zac tinha certeza que Vanessa teria muito em suas mãos esta noite.

— Cuide das bebidas engarrafadas e vinhos; chame-me se você precisar de um cocktail.

O bar não tinha tantas pessoas pedindo apenas cerveja há muito tempo.
Zac ficou preso fazendo coquetéis para as mesas, já que Stella servia as bebidas a quem chegava ao bar. Ela serviu a todos com um sorriso, brincou e riu com eles, mas ao mesmo tempo não aceitou nenhuma merda de qualquer um deles. Algumas observações sarcásticas e flertes foram recuando, procurando alvos mais fáceis. Ela movia-se rapidamente e de forma eficiente, realmente se divertindo. Alguns caras se ofereceram para comprar bebidas para ela, mas ela sempre recusava educadamente. O que havia com ela e a bebida? Ela tinha dezenove anos e estava no exterior de férias, e ainda assim, Zac nunca a tinha visto beber qualquer bebida alcoólica. Não que ele fosse apoiar beber no trabalho, mas ela não tinha bebido nada na noite passada, ou no clube, ou no churrasco de Ashley.

Percebendo que ele estava olhando para ela com metade de um limão firme na mão, Zac sacudiu a cabeça e tentou se concentrar em seu trabalho. Foi difícil, porque Vanessa era muito perturbadora. Sua risada ecoava até mesmo sobre a música alta e lhe dava arrepios de desejo que atravessavam sua espinha. Imaginou-a rir baixinho em seus braços, só para ele, e não em um bar cheio de gente babando em cima dela. De vez em quando ela passava por ele, e o cheiro suave de seu perfume atingia seus sentidos, nublando-os. E a pele nua nas costas... Isso o deixou quase por para não tocá-la.

— Bem, bem, o que temos aqui? Já está explorando a pobre menina inglesa, não é?

A voz de Beppe afastou Zac de seu devaneio. Seu amigo tinha se inclinado sobre o balcão, apoiado em seus antebraços, obviamente apreciando o rumo dos acontecimentos e pensando em maneiras de envergonhá-lo na frente de Vanessa.

— Ninguém está explorando ninguém. Ela está me ajudando. — O aviso na voz de Zac era óbvio. Ou melhor, seria óbvio se Beppe tivesse qualquer respeito por avisos de seu amigo.

— É mesmo? — Ele levantou uma sobrancelha sugestivamente, olhando ao redor e acenando para Vanessa. — Por que todo mundo está bebendo cerveja? Nada de coquetéis hoje á noite? — perguntou Beppe, enquanto tomava uma olhada ao redor do bar.

— Vanessa está servindo a cerveja.

Um “ahhhh” de entendimento saiu de sua boca, juntamente com um olhar travesso dirigido a Zac. — Eu aposto que você está gostando disso. — A ironia em sua voz não foi perdida em Zac.

— O que é que isso quer dizer?

— Não fique na defensiva comigo, cara. Você sabe muito bem o que significa. Eu pude ver que você estava com a cueca entalada na sua bunda no segundo que entrei aqui.

— Isso poderia ser verdade, se eu estivesse usando cueca. — Zac sorriu para o amigo, que fez uma cara de nojo.

— Eu não preciso saber disso.

— Hey, Beppe — disse Vanessa, enquanto inclinava para dar-lhe os beijos habituais e expor toda as suas costas nuas ao lado de Zac. Foi preciso toda a força de vontade que possuía para não agarrá-la e arrastá-la de volta para a sala dos funcionários. — Você não precisa saber o que? — ela perguntou, com um sorriso torto.

— Zac está sem cueca esta noite. — Beppe declarou, orgulhoso de si mesmo e a forma como a situação estava evoluindo ao seu redor.

O olhar de Vanessa arregalou, mas ela não disse nada. Era sua imaginação ou ela corou? Se fosse esse o caso, então talvez ele pudesse empurrá-la um pouco mais.

— Não apenas hoje à noite, homem. — Zac disse, roubando um olhar na sua direção.

Ah, sim, ela definitivamente tinha corado. Zac podia ver claramente o lindo rosado em suas bochechas, quando ela se virou para olhar para ele e ver se ele estava falando sério. Ele piscou para ela e ela balançou a cabeça em descrença. Sorrindo, ela se afastou para atender seu fã-clube.

— Basta encontrar uma sala. — Beppe murmurou, enquanto fazia o seu caminho em direção à pista de dança.

Zac sempre tinha pensado em si mesmo como um bom dançarino, mas seu amigo era outra coisa. Beppe nasceu para acompanhar as batidas da música. Ele era uns dois centímetros menor do que Zac, mas ele ainda era maior do que a maioria dos caras. Vendo seu corpo magro, mas musculoso, movendo tão fluentemente era outra coisa. As meninas adoraram Beppe - ele não estava na pista de dança nem dois segundos, antes que as garotas começassem a circulá-lo, prontas para atacar. E ele gostava de cada segundo.

— Uau, ele sabe se mover, não é? — Disse Vanessa ao lado dele, assustando-o para longe de seus pensamentos, de modo que ele deixou cair o limão que estava segurando no cocktail que estava fazendo. Ele espirrou por todo o bar e sua camisa.

— Sinto muito, não queria assustá-lo — ela se desculpou, enquanto pegava um pano de prato seco. — Aqui, deixe-me ajudá-lo... — Ela começou a secar a mancha úmida em sua camiseta. A última coisa que Zac precisava agora era suas mãos perto dele. Ele pegou a mão dela e rosnou.

— Eu resolvo isso. — Ela recuou um pouco com sua voz dura, mas quando o entendimento bateu em seus olhos, ela mordeu o lábio inferior, tentando esconder o sorriso.

— Sim, com certeza. — Ela deixou o pano de prato na mão dele, e dirigiu-se para o lado oposto do bar.

Cara, essa noite nunca iria acabar?

Zac mal podia esperar para ter Vanessa toda para ele.

*
Vanessa viu quando Zac foi até a parte de trás do bar, até a sala dos funcionários, tirando sua camiseta durante o caminho. A tatuagem em seu ombro direito movia em sincronia com os músculos de suas costas. Vanessa imaginou correndo os dedos ao longo da tatuagem inteira e descobrir exatamente o que ele representava, pois agora parecia um monte curvas aleatórias, embora bonita.

Ele voltou minutos depois, usando uma camiseta preta com “SNATCH” [2]  escrito em letras grandes e brancas na frente. Isso poderia não ter nada a ver, mas Vanessa pensou imediatamente do filme de Guy Richie e sorriu.

— O quê foi? — Perguntou Zac, como a pegou sorrindo.
— Nada. Eu adoro esse filme.

— Sério? Eu também. — Ele chegou mais perto dela, e Vanessa teve de inclinar a cabeça para trás para olhar para ele. Ela amava o quão grande ele era - ele a fazia se sentir vulnerável e segura ao mesmo tempo. — Talvez pudéssemos vê-lo juntos algum dia. — Sua voz caiu para um ronronar sedutor que ressoou por todo seu corpo.

Um alto pigarro arruinou esse momento, e eles se viraram em direção ao som para enfrentar Gia. Ela parecia exausta.

— Se vocês dois acabaram de se foder olho no olho, alguém pode me pegar uma bebida? E bem forte.

A irmã de Zac era bastante franca, e Vanessa gostava disso. Ela não parecia se preocupar com a vida dos outros, o que era uma boa coisa. Gia era o tipo de garota que vivia sua vida como bem entendesse, e deixava que o resto fizesse o mesmo. Vanessa sentia que não faria nenhuma diferença para ela se seu irmão começasse a namorá-la, mesmo que ela partisse seu coração no final.

Zac colocou o cocktail na frente dela, assim que Beppe caminhou na direção deles. Ele se concentrou em Gia, e rodeou sua cintura com o braço, enquanto se aproximava dela.

— Ciao, amore. Eu estive esperando por você. — Seu tom era brincalhão e ele demorou um pouco mais do que o necessário quando beijou sua bochecha.

— Sim, eu aposto. É por isso que você está suado e sem fôlego? Por causa da espera? — Ela brincou com ele sem dó, e ele adorou.

— Sim, eu estava dançando. Mas eu vi a sua bunda perfeita no momento em que entrou, dolcissima. — Gia riu e balançou a cabeça, descartando seu elogio.

— Cara, você pode não falar sobre a bunda de minha irmã na minha frente? Isso é nojento. — Zac reclamou.

— Nojento? Você está cego? — Ele levantou Gia para fora do banco sem esforço, girou em torno dela, enquanto ainda segurava sua cintura e apontou para seu traseiro. — Você chama isso de nojento? É a perfeição em sua forma mais pura, homem. — Ele girou novamente para encontrá-la rindo e se aproximando de seu rosto acrescentou: — Assim como o resto dela.
Gia continuou rindo e, puxando-lhe o braço, ele a levou para a pista de dança. De alguma forma, Vanessa não achava que ele estava brincando.

— Então, qual é o lance de Gia e Beppe? — ela perguntou a Zac, enquanto limpava o balcão. Estava ficando tarde e a maior parte da multidão em torno do bar tinha ido para casa ou arrumado companhia na pista de dança.

— É assim que eles agem. Não é nada incomum. Eles podem ser bastante irritantes, até você se acostumar com esse relacionamento estranho.

— Me parece que ele realmente gosta dela.

— Ele gosta de tudo com estrogênio. — Vanessa revirou os olhos para esse comentário, mas decidiu não forçá-lo ainda mais. — Ele é um grande paquerador, e as mulheres o amam. Ele nunca teve um relacionamento de mais de uma semana e ele não está interessado em compromisso. Minha irmã sabe disso e sabe que ele está apenas brincando com ela. Ela nunca se apaixonaria por qualquer um de seus flertes, porque ela o conhece muito bem.

Vanessaa assentiu, ainda não completamente convencida de que Beppe não gostava de Gia de uma maneira completamente diferente de todas as outras garotas. Ela o conhecia apenas por alguns dias, e Zac tinha sido seu amigo na maior parte de sua vida. Ela não tinha nenhum motivo para ficar discutindo, então ela apenas mudou de assunto.

— Que horas você costuma fechar?

Zac olhou para o relógio.

— Daqui a mais ou menos uma hora.

O tempo voou entre limpar atrás do bar e servir algumas bebidas finais. A pista de dança lentamente começou a esvaziar, até que só restavam Gia e Beppe. Não que importasse. Eles estavam se divertindo muito - a irritada e exausta Gia que veio até o bar tinha ido embora, e uma menina brilhante, despreocupada, e risonha estava dançando  em seu lugar. Beppe era definitivamente seu tipo de medicamento.

— Vanessa — Zac chamou. — Aqui está sua parte das gorjetas desta noite. — Ele se aproximou dela com um punhado de notas.

— Eu acho que você pode estar se esquecendo de que eu realmente não trabalho aqui, Zac. — Ela não se moveu para pegar o dinheiro. Parecia errado, ela tinha feito isso para ajudar Zac, e tinha sido muito divertido fazê-lo. Isso nem tinha passado pela cabeça dela, que ela estaria recebendo dinheiro.

— Confie em mim: eu não esqueci nada sobre hoje à noite. — Ele sorriu e parou a poucos centímetros dela. Normalmente, Vanessa não gosta que seu espaço pessoal seja tão descaradamente desrespeitado, mas com Zac, ela não se importava. Nem um pouco.

— Eu não vou pegar o seu dinheiro, Zac.

— Não é meu dinheiro, é o seu. Nós sempre dividimos as gorjetas entre nós no final da noite. Você serviu bebidas, você tem gorjetas. É assim que o sistema funciona em um bar. — Ele teimosamente estendeu o dinheiro para ela, e não tinha nenhuma intenção de recuar.

— Tudo bem. Mas eu tenho uma condição.

— Você tem uma condição?

— Sim. Eu não vou pegar esse dinheiro, se você não aceitar. — Dois poderiam jogar esse jogo.

O que é? — Perguntou Max, com um suspiro ironicamente entediado.

— Você sai para jantar comigo amanhã, e só comigo. — Vanessa olhou para as notas em sua mão intencionalmente.

— Você está me convidando para sair? —Ele levantou uma sobrancelha sugestivamente e sorriu.

— Não, bem, sim, mas não em um tipo de  encontro. Vamos jantar e conversar.

Amigos conversam, certo?

— Ok.

Vanessa sorriu e pegou o dinheiro.

— Uau, isso é o quanto vocês costumam ganhar de gorjetas? — Havia mais de uma centena de euros em sua mão, e era apenas a sua parte.

— Não, mas posso apostar que seu “mal pode ser chamado de blusa”, ajudou a afrouxar algumas carteiras.

— Mal? Isso é uma blusa!

— Tchau, pessoal, estamos saindo. — disse Gia, quando veio pegar sua bolsa, com Beppe a reboque. — Vanessa, você precisa de uma carona?

— Ela está bem, eu cuido dela — disse Zac, antes de Vanessa ter a chance de abrir a boca.

— OK. Vejo vocês depois — Eles se dirigiram para a porta, o braço de Beppe envolvendo os ombros de Gia.

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[1]  Drink sem álcool a base de suco de  pêssego



[2]  No Brasil, o filme  foi divulgado com o nome  de  “Porcos e Diamantes”

8 comentários:

  1. Aii que bom que voce postou já tava com saudades !tô amando a fic ,posta mais logoo

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  2. Estava louca esperando você postar
    Por favor não demore tanto assim kkkk
    Capítulo perfeito como sempre

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  3. Rafa flor n acredito q eu tava perdendo essa fic maravilhosa, n sei pq n apareceu os caps pra mim. Olha eu tô amando, n vejo a hr deles ficarem juntos.
    Bjs <3

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  4. Ai q saudades estava da fic....
    E que capitulo maravilhoso é esse!? Amei... E to amando cada dia mais a fic!!
    Nao vejo a hora deles ficarem juntos logo... E quero do ver no q vai dar esse jantar ai...
    Espero que poste mais longuinho...
    Beijoooos!!

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  5. Aaahh o capitulo ficou perfeito o...estou ansiosa por este jantar e para Vanessa ceder e ficar com o gato do Zac. Bjoss posta mais logo...senti falta da fic

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  6. Morrendo de saudades dessa fic ❤️
    Nhaaw que fofo o Zac e a V. Pena que não puderam ter uma noite inteira apenas pra eles dois, mas espero que esse jantar 🍴 compense e que ninguém atrapalhe.
    Gia e Beppe... ainda vai rolar, certeza.
    Adorei o capítulo Rafa, continua e por favor... posta rapidão. ❤️❤️

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  7. Amei o capítulo! Não vejo a hora de Zanessa ficarem juntos haha posta mais ❤

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  8. cadê o capitulo novooooo?? ahah, ansiosa

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