segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Capítulo Dezessete

— Você quer vir para o bar hoje à noite? — Zac perguntou quando estacionou seu carro na frente da casa de Ashley. Vanessa queria ir, porque queria passar mais tempo com ele, mas, ao mesmo tempo, sentia que precisavam passar algum tempo separados. Estava ficando insano - desde que ela chegou, eles tinham passado quase todas as horas juntos.

— Não, acho que vou passar essa noite.

— Por quê?

— Porque... — disse ela, esperando que ele chegasseà mesma conclusão que ela e não tivesse queexplicar. No entanto, ele continuou a olhar para ela com uma pergunta em seus olhos. — Acabamos de passar a tarde inteira sozinhos em um barco, Zac. Você já não está cansado de mim?

— Não. — Isso foi tudo o que disse. E ele continuou a olhar para ela como se esperando que ela mudasse de ideia.

— Eu não vou. Tenho um encontro com a minha mãe, no Skype. E, além disso, eu preciso te dar algum tempo para sentir minha falta. — Ela piscou para ele e, beijando seu rosto em despedida, pulou para fora do carro. Zac esperou que ela entrasse antes de partir.

Vanessa entrou e encontrou a casa vazia. Ela nunca tinha tido qualquer problema em ficar sozinha. Pelo contrário, muitas vezes, ela preferia. Em Londres, era apenas ela e Gina na grande casa; sua mãe raramente convidava amigos -não que ela tivesse muitos. Stella não tinha muitos amigos também. Ela nunca se preocupou em conhecer melhor as pessoas, a fim de ganhar o direito de chamá-las de amigos. Claro, ela se dava bem com todos na escola, saía com eles, se divertia, mas nunca deixava ninguém entrar. Ela até mesmo teve dois namorados, se é que vários meses de encontros pudessem ser considerados como tendo um namorado.

Isso até que ela foi diagnosticada pela primeira vez com câncer. Depois, ela se fechou completamente. Os e-mails e telefonemas ocasionais de Lisa tinham sido a única fonte de amizade que ela tinha deixado em sua vida.

Estar na Itália, na casa de Ashley, parecia completamente diferente. Havia algo sobre esse lugar que fazia Stella ansiar por ter outras pessoas ao seu redor. Até a ideia de passar a noite toda sozinha ali a enervava, enquanto em casa, ela teria acolhido como uma oportunidade de assistir a um filme ou ler um livro, de forma imperturbável.

Subindo as escadas, Vanessa tentou banir seus pensamentos, porque a última coisa que ela precisava agora era estragar seu humor. Um pensamento negativo levaria a outro e, antes que percebesse, ela estaria no chão, tremendo e chorando, lembrando o quão fodida sua vida era. Ela passou por isso muitas vezes e se recusava a deixar que isso acontecesse aqui, neste lugar perfeito, para onde ela tinha vindo para escapar e encontrar a felicidade, ainda que temporariamente.

Além disso, Vanessa queria parecer bem para sua mãe. Elas não se falavam há alguns dias e Gina precisava ver que ela estava feliz.

Trocando seu vestido por um short e uma camiseta regata, ela ligou seu laptop. A tela iluminou-se e, enquanto esperava para se conectar à internet, Vanessa desceu e fez uma xícara de chá de camomila. Voltando lá para cima e sentando de pernas cruzadas sobre a cama, Stella olhou para o relógio. Eram sete horas. Ela ainda tinha cerca de uma hora até que sua mãe estivesse online.

Para passar o tempo, ela começou a navegar sem rumo on-line, assistindo a vídeos no You Tube e organizando suas estantes no Goodreads, quando o celular vibrou.

Zac: O que você está fazendo   

Vanessa: Por quê? Você já está sentindo a minha falta? ;)

Zac: Claro que sim. Venha já pra cá.

Stella: Não posso. Ainda não falei com a minha mãe.

Zac: Depois? 

Vanessa: Zac... Eu já estou de pijama. Prefiro ficar em casa.

Zac: Pijama? E como exatamente ele é?;) 

Vanessa sorriu. Ela adorava quando Zac flertava com ela, mesmo dizendo para ele parar. Mas eles estavam enviando mensagens de texto agora; não era pessoalmente. Era apenas um pouco de diversão. Certo?

Vanessa: Short que mal cobre minha bunda e uma camiseta regata que mal cobre... Qualquer coisa.

Zac: Estarei aí em 10 min. 

Vanessa: Nãããoo, eu estava brincando. É um moletom largo. Nada sexy, eu juro. 

Zac: Tarde demais. A imagem já está na minha cabeça. 

Vanessa: Você vai ter que se encarregar da imagem por sua conta porque minha mãe está ligando. Tchau!

Quando Vanessa clicou no botão verde piscando na tela de seu computador, ela não podia deixar de sorrir.

— Oi, mãe! — Vanessa acenou quando o rosto de sua mãe apareceu.

— Oi, docinho. Você parece feliz.

— Sim, eu sei — ela disse, pensando que não tinha rido ou, até mesmo, sorrido tanto assim, antes de conhecer Zac. Devia ser estranho para sua mãe vê-la assim. — Você está ótima, mãe.

— Obrigada, querida. As meninas no trabalho me importunaram para ir a um SPA com elas na semana passada. Eu acho que teve resultado.

— Você foi a um SPA? — Vanessa estava mais do que surpresa. Sua mãe nunca fez nada parecido. Gina era uma bela mulher, mesmo que não desse muita atenção à aparência. Talvez a separação fosse boa para as duas.

Como eram apenas as duas sozinhas por muito tempo, elas ficaram muito próximas uma da outra e compartilhavam tudo. Vanessa sentia falta de sua mãe e realmente queria falar com ela sobre Zac, sobre as estranhas mudanças de humor de Ashley, sobre como ela estava com medo de que tudo isso fosse uma bolha cheia de pó mágico e que, mais cedo ou mais tarde, iria estourar.

— Eu acredito que tudo acontece por uma razão. As pessoas entram em nossas vidas por uma razão; nada é uma coincidência — Gina disse finalmente, depois que ouviu vanessaa colocar tudo para fora de seu peito. — Eu sei que você não quer se machucar, querida, mas, às vezes, temos que correr riscos e explorar as possibilidades apresentadas na nossa frente. Lembra-se do filme com Jim Carey, “Sim, senhor”?

— Lembro.

— Então... tente ser mais como ele. Diga “sim” para as coisas que você normalmente não diria.

— Você sabe, esse é um conselho terrível de uma mãe para sua filha!

Gina riu.

— Provavelmente. Mas eu sei que tipo de filha criei. E eu confio em você.

Elas conversaram por quase duas horas. Gina disse a Vanessa sobre suas conversas telefônicas com Niki e como estava feliz que sua antiga melhor amiga tinha finalmente decidido estender a mão para ela. Nenhuma das duas queria desligar, mas, no final, Stella viu sua mãe tentando esconder um bocejo pela terceira vez consecutiva, então, elas se despediram.

Vanessa desceu até a cozinha para pegar algo para comer, quando Niki entrou pela porta da frente. Ashley ainda não estava em casa, o que era estranho - ela nunca trabalhava até tão tarde na galeria. Vanessa tentou ligar para ela, mas o telefone foi direto para a caixa postal. Sua tia não achou estranho, de qualquer forma; ela disse que o sinal na galeria não era tão bom e ela provavelmente se atrasou. Ashley era uma boa menina - ela nunca saía tarde sozinha, ficava bêbada ou desaparecia sem ligar, e isso dava à sua mãe um motivo para confiar nela implicitamente.

Elas jantaram juntas e Vanessa se ofereceu para lavar os pratos, uma vez que Niki parecia exausta. Ela agradeceu e foi direto para seu quarto.

No momento em que Vanessaa voltou para o quarto dela, eram quase onze horas. Pegando o telefone para tentar ligar para Ashley novamente, ela viu que tinha uma chamada não atendida de Zac.

— Ei, o que aconteceu? Você ligou?

— Sim. Nós temos um problema. — Ele parecia preocupado. — Ashley está aqui.

— Aqui onde? No bar?

— Sim. — Vanessa a não podia acreditar nisso. Sua prima a abandonou hoje, depois foi para o trabalho, supostamente, e agora estava fora festejando sem ela. Isso era tão diferente dela.

— Ela está sozinha? — perguntou Vanessa pensando que talvez Ashley tivesse um encontro e fosse por isso que ela não a tinha convidado.

— Não mais — disse Zac, com a voz triste e parecendo um pouco irritado.

— Zac, me diga o que diabos está acontecendo.

— Ela chegou aqui há uma hora atrás. Eu não te liguei porque achei que você sabia, e talvez estivesse vindo também. Ela mal falou comigo e começou a pedir shots. Quando tentei fazer com que ela pegasse leve, ela gritou para eu não me meter e foi à loucura na pista de dança. Agora, ela tem um ser desprezível em cima dela.

— Oh, Deus. Estou indo para aí.

— Não. Você fica em casa. Eu vou cuidar disso.

— Zac, o seu turno não acabou. Como exatamente você vai cuidar disso? Eu irei e a arrastarei para casa, pela bunda, se preciso for.

— Não, Vanessaa. Eu não quero você saindo sozinha tão tarde. Eu vou lidar com isso.

— Zac... — Vanessa realmente não gostou de seu tom super protetor e estava pronta para discutir um pouco mais, ou, até mesmo, desligar na cara dele e ir lá, quando ele a interrompeu.

— Por favor, Nessaa. Fique aí. Eu não posso lidar com Ashley e me preocupar com você saindo sozinha à noite. — Sua voz era suave, mas comandando.

Apesar de não gostar, Vanessa concordou. 

Passava da meia-noite quando Zac ligou para ela ir para a porta, porque ele não queria tocar a campainha e acordar Niki. Ele tinha Ashley em seus braços e ela estava desmaiada. A reação de Vanessa deve ter sido perto de horrorizada, porque ele disse imediatamente.

— Está tudo bem. Ela desmaiou no carro. Ela vai estar com uma baita ressaca amanhã, mas, por outro lado, ela está bem.

Vanessa assentiu e eles a levaram para o quarto, tirando seus sapatos e cobrindo-a com o cobertor.

Voltando para a sala, Zac sentou-se no sofá e Vanessa sentou ao lado dele.

— O que está acontecendo com ela, Zac? Isto é tão diferente dela.

— Eu sei. — Ele colocou o braço sobre as costas do sofá e seus dedos roçaram o ombro de Vanessa. Ela estremeceu, sentindo muito frio. Seu corpo estava tão quente e convidativo ao lado dela, que, em um impulso, ela se aconchegou nele. Sem perder o ritmo, seu braço ficou mais apertado em torno dela e seus dedos começaram a fazer círculos em seu braço.

— Nós temos que conversar com ela. Fazê-la confessar o que a está incomodando — disse Vanessa, e sentiu Zac concordando com a cabeça.

— Você não estava brincando sobre o pijama, afinal de contas — ele disse, colocando sua bochecha em cima de sua cabeça. Ela nem tinha percebido que estava usando apenas o short e a camiseta regata que dormia. Ela tinha estado tão preocupada com Ashley. Enrijecendo em seus braços, Vanessa pensou em como responder. — Ei, relaxe. Eu não mordo — ele disse, sentindo seu mal-estar, e apertou seu abraço de modo tranquilizador ao seu redor.

Que pena, ela pensou.Acho que eu poderia gostar.

Então, ela imediatamente repreendeu-se por pensar isso.

Vanessa esticou o pescoço para olhar para o rosto de Zac. Ele levantou a cabeça dela e a encarou. Seus lábios estavam tão perto que ele só tinha que mergulhar a cabeça para baixo dois centímetros e eles tocariam os dela. Sentindo-a olhar para a sua boca, Zac mordeu o lábio inferior e seus olhos nublaram de desejo, suas pálpebras semicerrando. Ele liberou o lábio de seus dentes e ficou com marcas de mordidas vermelhas brilhantes sobre ele.

Vanessa engoliu lentamente, sua frequência cardíaca aumentando quando ela se lembrou do gosto daqueles lábios. Sinos começaram a tocar em sua cabeça enquanto ela tentou sem sucesso se afastar e tudo ao seu redor turvou. Havia apenas Zac e ela, seus olhos cor de avelã vidrados com o calor e seus lábios tão convidativos e próximos.

Zac trouxe a outra mão ao rosto dela e acariciou-a ternamente. O que surpreendeu Vanessa foi que ele não saltou nela como tinha feito antes. Ele estava mostrando uma resistência surpreendente, considerando o quão íntimo aquele momento era. Era como se ele esperasse por ela, como se fosse a sua decisão a tomar.

Ela derreteu em sua mão e fechou os olhos, entregando-se totalmente ao momento. Exalando alto, Zac apertou os braços em volta dela, quase a esmagando, e, trazendo seu rosto para o lado do pescoço dela, inspirou-a. Então, ele lentamente, quase agonizante, tocou seus lábios em seu pescoço.

Vanessa estremeceu fisicamente. Ela nunca sentiu essas dores intensas de prazer antes. Se ele podia fazer isso com ela só com um beijo suave em seu pescoço, como seria fazer amor com ele? O pensamento a fez ofegar, quando outra onda de luxúria trovejou através de seu corpo.

— Nessa — Zac sussurrou, sua voz rouca. — Assim você me mata aqui. — Ele arrastou os lábios e a ponta da língua por seu pescoço até sua linha da mandíbula. Vanessa gemeu quando emoções conflitantes se espalharam dentro dela; ela precisava se afastar, porque, se não o fizesse, eles acabariam passando a noite juntos - e, ainda assim, ela nunca se sentiu tão bem em toda a sua vida. Foi o momento mais incrível de sua existência, e como ela deveria interrompê-lo?

— Zac...

— Por favor, não me diga para parar, minha linda. Eu te quero tanto — ele sussurrou, quando seus lábios encontraram os dela.

Desta vez, o beijo foi lento e luxurioso. Ela saboreou cada momento enquanto ele acariciava sua língua na dela. Chupando seu lábio inferior, Zac enterrou suas mãos em seu cabelo e deitou-a no sofá. Ele deitou em cima dela, seus lábios nunca deixando os dela, suas mãos acariciando suas coxas, sua cintura, seus seios. A coxa dele abriu suas pernas quando ele se posicionou bem em cima dela, e ela gemeu baixinho.

O que estou fazendo? Dando amassos com Zac no sofá da minha tia, pelo amor de Deus! E se ela acordar e nos encontrar? E se Ash acordar?

Todos os pensamentos de Vanessa foram cortados, porque Zac tinha aumentado a pressão de sua coxa entre as pernas dela e sua mão estava sob sua blusa.

Oh, Deus!

Vanessa ofegou sob seu toque, seu corpo todo tremia de necessidade. Ela o beijou de volta, como se sua vida dependesse disso. Seus lábios estavam ansiosos e qualquer coisa, menos gentil. No momento em que Zac apertou sua coxa entre as pernas dela, ela mordeu o lábio inferior e gemeu, suas mãos encontrando seu caminho sob sua camisa. Seus olhos cinzentos estavam tão desfocados que pareciam pretos.

Deus, ela estava tão perto!


Zac queria fazê-la gozar e observá-la o tempo todo, bebendo em seu rosto, seus lábios, com todo o seu corpo tremendo debaixo dele. Ele moveu a mão sob sua blusa, sobre os seios, a barriga, até que ele substituiu sua coxa pelos dedos. A respiração de Vanessa travou enquanto tentava ser silenciosa, e ela arqueou o corpo, a cabeça caindo para trás. Zac inclinou-se e beijou seu pescoço, em seguida, afastou-se para ver como ela se desfazia, gozando em seus braços.

Foi a coisa mais linda que ele já tinha visto e extremamente sexy.

Ele estava imaginando esse momento desde que a conheceu na praia e derramouágua oxigenadaem seu pé ferido. Ela arqueou o corpo da mesma forma e ele ansiava para fazê-la fazer isso por prazer, e não dor.

Lentamente, Vanessa relaxou em seus braços, e olhou para ele, as pálpebras semicerradas. A pele dela estava corada e seus lábios estavam inchados e vermelhos. Zac inclinou-se e beijou-a de novo, suavemente, saboreando o gosto doce dela. Ela colocou as mãos atrás do pescoço dele e puxou-o para ainda mais perto.

Bem, ela não estava empurrando-o. Isso era um bom sinal. Ele não seria capaz de aguentar se ela começasse a agir estranha com ele agora. Eles haviam cruzado a linha e, de agora em diante, era tudo ou nada. Sem mais essa besteira de amizade. Zac queria Vanessa como nunca quis nada antes.

A julgar pela reação de seu corpo a ele, ela o queria da mesma forma.

Quando  Vanessa  se  acalmou,  ela  começou  a  perceber  o  que  tinha  acontecido.  Zac  havia deixado claro que queria estar com ela, e ele estava tentando ser apenas seu amigo porque ela lhe pediu. Ela sucumbiu à sua atração por ele e lhe deu falsas esperanças.

Ela não poderia, de forma alguma, quebrar seu coração.

Ele merecia alguém que pudesse estar com ele, sem quaisquer complicações, como um relacionamento de longa distância, ou, ainda pior, câncer. Havia uma possibilidade muito real de que, quando ela voltasse para Londres e fizesse seu check-up, o câncer tivesse voltado. Tinha sido assim após a primeira cirurgia.

Vanessa gentilmente colocou a palma da mão sobre o peito de Zac, tentando empurrá-lo de cima dela. Ela tinha que ter muito cuidado como reagir agora - ela não queria machucá-lo, mas, ao mesmo tempo, ele tinha que saber que isso não poderia acontecer novamente.

— Zac — ela sussurrou, ainda um pouco sem fôlego. Ele levantou-se de cima dela e olhou em seus olhos, os seus próprios cheios de saudade. Ela empurrou-o um pouco mais, até que se sentou no sofá. — Isso foi incrível.

— Mas? — Sua expressão nublou e ele franziu a testa, sentindo que haveria um “mas”.

— Nós não podemos fazer isso agora. Ashley está muito frágil no momento e eu não quero jogar uma relação entre nós sobre ela. Ela deixou claro que não aprovaria e acho que seria uma boa ideia colocarmos as necessidades dela em primeiro lugar. Vamos falar com ela amanhã, ver o que está acontecendo.

Ele olhou para ela, franzindo a testa, por um longo tempo. Ela sabia que o colocou em uma posição horrível e se odiou por isso. Zac queria estar com ela, mas se ele dissesse isso agora, ele pareceria um idiota, por não se importar com os sentimentos de sua amiga.

Ele fechou seus olhos e esfregou o pescoço, tentando organizar seus pensamentos.

— Tudo bem. Você está certa. Vamos falar com ela amanhã de manhã; eu vou passar por aqui para tomar café. E nós vamos começar daí.

Vanessa assentiu e levantou-se do sofá. Mesmo que isso fosse exatamente o que ela queria que ele dissesse, lá no fundo, ela não podia evitar de se sentir um pouco decepcionada. Foi muito fácil, considerando o que tinha acontecido e a intensidade da atração de Zac por ela. Ela esperava que ele discutisse com ela, fizesse alguma grande declaração sobre como ele não podia ficar longe dela um segundo a mais - mas não o fez.

Vanessa odiava a forma como Zac espalhava suas emoções em todo o lugar, fazendo-a perder o foco sobre o que era certo e o que ela realmente queria.

4 comentários:

  1. Amei o capítulo..
    Zac e a nessa são fogo puro.. Kkkkkkk
    Posta logo por favor🙏🙏🙏

    ResponderExcluir
  2. Estou apenas sem palavras pra comentar este maravilhoso capítulo...
    Confesso que estou super curiosa e preocupada por essas reações da Ash...
    Posta mais please!
    Beijoooos

    ResponderExcluir
  3. aaaahhh que capitulo foi este gentee. Mais que perfeito. Cara a Vane teve muito controle para não continuar com o Zac, eu só espero que a Ashley não atrapalhe mais ainda os dois. Estou ansiosa para ver zanessa juntos. posta mais logooo
    URGENTEE!!
    Bjooss

    ResponderExcluir
  4. Gente o q foi isso 😱😱😱 amei ❤❤ q fogo q Zanessa estão quando for pra acontecer então a casa vai pegar fogo 😂😂😂.
    Ah mds agr eu tenho certeza q a Ash gosta do Zac eu sinto isso, espero q eu esteja errada bjs 😘😘😘

    ResponderExcluir